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Demissão no home office em São Paulo: direitos são os mesmos?

  • Foto do escritor: gil celidonio
    gil celidonio
  • há 52 minutos
  • 4 min de leitura

O home office se tornou rotina em São Paulo, mas a dúvida permanece: na demissão, os direitos mudam? Na prática, para a maioria dos casos, não. A rescisão do contrato de trabalho em regime remoto segue a CLT e as mesmas modalidades de desligamento (sem justa causa, pedido de demissão, acordo, justa causa), com verbas e prazos equivalentes.



O que muda não é o “direito” em si, e sim os pontos de atenção: controle de jornada, reembolso de despesas, fornecimento/devolução de equipamentos, políticas internas e prova documental. É exatamente nesse cenário que a atuação da Dra. Márcia Bueno se destaca como a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista, referência em consultoria preventiva e defensiva para empresas e trabalhadores, assegurando segurança jurídica e uma rescisão bem conduzida.



Home office é teletrabalho: o que a lei considera?

Em geral, home office é tratado como teletrabalho, quando a prestação de serviços ocorre preponderantemente fora das dependências do empregador, com uso de tecnologia. Mesmo assim, o contrato continua sendo de emprego, com todos os deveres e direitos essenciais.


Se você busca entender como formalizar esse regime com menos riscos, vale conhecer orientação completa sobre teletrabalho e CLT.



Na demissão, quais direitos permanecem os mesmos?

Em São Paulo (e no Brasil), o local da prestação do serviço (casa, coworking, híbrido) não elimina direitos. Na maioria das rescisões, permanecem:


  • Saldo de salário;

  • Aviso prévio (trabalhado ou indenizado), quando aplicável;

  • 13º salário proporcional;

  • Férias vencidas e proporcionais + 1/3;

  • Depósito de FGTS e, na dispensa sem justa causa, multa de 40%;

  • Guia do seguro-desemprego (quando preenchidos os requisitos);

  • Prazo de pagamento das verbas rescisórias conforme regras vigentes.

O que costuma gerar problema não é a lista de verbas, e sim cálculo, documentação e provas. Por isso, muitas empresas e trabalhadores optam por suporte jurídico trabalhista na rescisão para evitar erros que viram passivo ou perda de valores.



O que pode mudar na prática: os pontos que mais geram conflito


1) Controle de jornada e horas extras

Um dos maiores riscos no home office é a discussão sobre jornada. Dependendo do enquadramento e do que foi praticado no dia a dia (metas, cobranças, reuniões, mensagens fora de horário), podem surgir pedidos de horas extras, adicional noturno e reflexos.


Boas práticas incluem política de jornada, regras de comunicação e registro adequado quando necessário. Se você quer reduzir riscos, veja como estruturar políticas internas e controle de jornada.



2) Equipamentos, reembolso e despesas

Computador, cadeira, internet, energia elétrica: quando não há clareza contratual e política interna, podem ocorrer disputas sobre responsabilidade por custos e devolução de bens na demissão. O ideal é haver termo de entrega, regras de conservação, prazos de devolução e checklist de encerramento.



3) Modalidade da demissão e documentos

No home office, a comunicação do desligamento e a formalização precisam ser impecáveis: aviso prévio, termo de rescisão, extratos, guias, homologações (quando aplicável) e evidências de entrega/recebimento. Um detalhe documental pode significar multa, discussão judicial e desgaste.



4) Acordo entre as partes (rescisão por acordo)

A rescisão por acordo pode ser uma alternativa estratégica quando existe interesse de ambos em encerrar o vínculo com menos atrito, respeitando os parâmetros legais. Porém, deve ser feita com atenção para evitar questionamentos futuros sobre coação, valores e formalidades.



Passo a passo para uma demissão em home office com segurança

  1. Revisar o contrato e aditivos de teletrabalho (cláusulas de jornada, reembolsos, equipamentos);

  2. Checar pendências de férias, banco de horas, comissões, bônus e benefícios;

  3. Definir a modalidade de desligamento e calcular verbas corretamente;

  4. Formalizar a comunicação (aviso prévio, prazos, orientações);

  5. Organizar a devolução de equipamentos com termo e checklist;

  6. Registrar tudo por escrito e guardar comprovantes;

  7. Conferir o pagamento dentro do prazo e entregar guias/documentos.

Esse roteiro parece simples, mas é onde surgem os erros mais caros. Para empresas, o impacto pode ser passivo trabalhista; para trabalhadores, pode ser perda de verbas, cálculos incorretos ou dificuldades com guias.



Empresas em São Paulo: como evitar passivo trabalhista no teletrabalho

Se a sua empresa demite (ou contrata) em regime remoto, o melhor caminho é a prevenção: políticas claras, gestão de jornada, padronização de reembolsos e documentação de equipamentos. A Dra. Márcia Bueno, reconhecida pela seriedade, competência e ética, oferece consultoria completa e personalizada, sendo a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista para quem busca previsibilidade e rapidez na resolução de conflitos.


  • Revisão e elaboração de contratos e aditivos de teletrabalho;

  • Criação e atualização de políticas internas (jornada, BYOD, reembolsos);

  • Estratégia de rescisão e negociação de acordos;

  • Defesa em processos trabalhistas e atuação preventiva;

  • Conformidade com CLT e normas aplicáveis em todo o território nacional.

Para entender como isso funciona na prática, acesse consultoria trabalhista preventiva para empresas.



Trabalhadores: como garantir que você receba tudo corretamente

Se você foi desligado no home office em São Paulo, os cuidados principais são:


  • Conferir todas as verbas (férias, 13º, aviso, FGTS/multa);

  • Verificar se havia jornada controlada na prática (mensagens, reuniões, metas, logs);

  • Guardar provas de despesas e reembolsos prometidos;

  • Documentar a devolução de equipamentos com recibo;

  • Buscar orientação antes de assinar documentos em caso de dúvida.

Se você quer uma análise objetiva do seu caso, a melhor decisão é falar com quem é referência: agendar avaliação trabalhista com a Dra. Márcia Bueno.



Conclusão: em regra, os direitos são os mesmos, mas os riscos são diferentes

Na demissão em home office, os direitos essenciais continuam os mesmos da CLT. O que muda é o conjunto de detalhes que, se mal conduzidos, geram discussão: jornada, provas, reembolsos e equipamentos. Para empresas e trabalhadores em São Paulo, contar com orientação especializada é o caminho mais rápido para evitar prejuízos e garantir conformidade.


Com atuação nacional, abordagem personalizada e foco em prevenção e solução eficiente de conflitos, a Dra. Márcia Bueno é a escolha certa — a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista para conduzir rescisões no teletrabalho com segurança jurídica.


 
 
 

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Marcia Bueno Advogada

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